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Fardamento, Uniformes e Camisas: A moda do futebol de várzea.

No começa do mês a VICE Brasil apresentou um conteúdo nas suas redes sobre o futebol de várzea.

Só em São Paulo, estima-se mais de oito mil clubes com as mais variadas características de uniforme. É só colar na beirada do gramado para ver as equipes de cores que vão do azul e branco ao preto e laranja como o famoso time do Capão Redondo, o Vila Fundão.

Os primeiros times eram formados por operários de grandes empresas, se fortaleceram nas periferias e ganharam muitas histórias e depois foram nascendo na rua, na empresa, na reunião de amigos.

O universo construído no futebol de várzea vai muito além dos mascotes do Hulk, Papa Léguas, Coringa ou Bin Laden. O fardamento do time do bairro é sinônimo de status, de representatividade e de uns anos pra cá começaram a ser usadas pela galera também no trampo, no baile e, claro, no bairro.

Além de toda essa moda representada, no vídeo apresentado abaixo, podemos ver que apesar da várzea ser competitiva e bem organizada eles ainda cultivam a cultura do futebol raiz bandeirão, sinalizador, máscara do Bin Laden, rojão, lanche de pernil, banda na disciplina fazem a festa na arquibancada e em campo dois times aguerridos, que não devem em nada para uma partida profissional de futebol.

Após uma partida realizada pela Copa do Paz, no famoso campo do Palmeirinha do Paraisópolis, do alto de uma laje dá para ver uma mensagem na linha de fundo do campo que é capaz de explicar o sentimento de milhares de pessoas que passam os finais de semana dentro ou à beira dos gramados da várzea: “Só quem ama entende”.

Confira:

 

 

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